Do trânsito

Se existe uma coisa que sempre me irritou (e hoje irrita mais ainda) é o trânsito.

Não, não falo de ficar parada nas vias, falo do tráfego de pessoas e veículos mesmo.

transito_16abril

Sinceramente, não entendo os “motoristas” que se julgam os melhores na pista e saem cortando e costurando todo mundo… achando que quem estiver na frente dele é que está errado. “Vai lá, Thor… acha que seu pai comprou a rua pra você?”

Digo que não.

As pessoas acham que fazem um enorme favor quando param num sinal vermelho… É LEI! Não, você não está sendo generoso quando permanece parado enquanto um pedestre atravessa (por mais que ele resolva ir pra rua quando o sinal dele já está em alerta, indicando que o tempo de travessia está acabando). Não, você não vai fazer o carro da frente desaparecer com sua buzina enjoada quando o sinal acaba de passar para “verde”.

Custa muito o ser humano entender que o mundo não gira a nossa volta (individualmente). Cada um quer ter seus privilégios, ter seus direitos garantidos… mas cumprir as regras?! Pra quê?! O povo anda cada vez mais egoísta e insensível e, consequentemente, faz o que bem entende sem pensar nas consequências para os outros e para si próprio.

Essa semana, mesmo, vi dois acidentes que, com certeza, poderiam ser evitados:

  1. Cena em frente a uma escola municipal do Rio, horário de saída: motoqueiro com a mão na cabeça e um jovem de mochila caído no chão. O garoto não estava uniformizado, não dá pra saber se era aluno da tal escola… mas poderia ter acontecido com as crianças. Não vi o atropelamento (que não parecia ser tão grave), mas acredito que o motoqueiro vinha como costumeiramente se vê: em zigue-zague e buzinando tipo Papaléguas (beep beep). O garoto (pedestre) também não devia estar isento de culpa, pois não estava na faixa, no sinal… provavelmente, saiu correndo quando percebeu uma brecha na sequência de carros (interrompida pelo ônibus no ponto). Enfim… situação que, se todos agissem como o esperado, não teria ocorrido.
  2. Cena no cruzamento (saída e entrada da linha amarela): dessa vez, não vi algo tão específico, mas, assim que saí do sinal (aberto para quem entrava na linha amarela, pra quem saía também), ouvi um barulho e, imediatamente, olhei pro lado (um pouco atrás de mim). Só vi um motoqueiro “voando” para frente da sua moto. O que imaginei: o cara da moto, esperto que só, achou que dava para ultrapassar o sinal fechado e… bum! Vocês já sabem o final.

Entendem por que fico tão irritada com o trânsito? Procuro fazer as coisas certas, seguindo a lei (e o bom senso). Claro que não escapo de uma “barbeiragem” nem de erro… tenho minha impaciência… mas procuro guardar para mim, dar a vez pro coleguinha, pois não preciso “chegar primeiro”, meu objetivo é “chegar”.

Pensem nisso!

http://www.colatina.es.gov.br/noticias/imagens/foto_materia/foto6662.jpg

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